Esperamos que saiam à rua...também para nos visitar!
quinta-feira, 6 de abril de 2017
quinta-feira, 9 de março de 2017
Feira de Artesanato Urbano de Coimbra - ano 2017
Inicia-se já no próxima Sábado a temporada 2017.
Sempre um bom motivo para viver a baixa da cidade e conviver com criadores e novas produções.
Ficam as datas até ao final do ano
8 de abril
13 de maio
10 de junho
8 de julho
12 de agosto
9 de setembro
14 de outubro
11 de novembro
9 de dezembro
quinta-feira, 2 de março de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Porquê historiar imagens
… a propósito
de alguém que questionou…as pessoas raramente questionam, a maior parte lê e
ouve “histórias de imagens”, é preciso repetir algumas vezes para que ouçam…mas
nem sei se percebem…
Historiar
Imagens começou por ser só um Blogue. Foi o nome que me surgiu para designar
uma ideia, ou um conceito (dinâmico ou sempre em aberto), que reunisse tudo
aquilo que me estimula na vida – os livros e as imagens. Se, em caso de algum
incidente na minha casa, tivesse que salvar matéria, as primeiras coisas seriam
as fotografias e depois os livros. Não tenho as fotos em molduras preciosas nem
os livros em encadernações nobres… Seria pelas emoções e pelas histórias que
carregam. As fotografias porque o registo de acontecimentos passados não seria
recuperável. Quantas histórias transportam! Há lá delícia maior que desfolhar
um álbum ou remexer numa caixa…sim, fotos em papel, não no PC! Basta uma, uma
só é suficiente para que se desenrole uma história… logo surge outra e mais
outra…
(e porque já
se somam algumas linhas e palavras ainda mais…e imagens…nada!…resolvi ir
semeando este meu texto com algumas das imagens que fui captando e que me
serviram de estímulo à criação do Blogue).
Ah mas os
livros podem sempre repor-se…ainda que a mesma história e do mesmo autor, a
história já não seria a mesma. Aqueles livros passaram a ser meus, são os meus livros, passaram a ter gravados em
si outras histórias…se fui eu que os comprei, em que livraria ou em que feira,
em que data, se o li logo ou passados meses ou anos, se o li mais que uma vez,
se fiz alguma anotação; ou se foi oferta, de quem, em que contexto, se tem
dedicatória; ou se foi comprado em companhia, de quem, onde, que discussões
gerou; se alguma vez os partilhei ou aconselhei…
Mas retomando
a questão, quando criei o Blogue estava tão longe de pensar que viria a fazer
uso da criatividade para “vender produtos da minha imaginação”. Nunca! É certo
que sempre tive uma necessidade compulsiva de arranjar formas de materializar
emoções…mas daí a participar em eventos, mostrar e colocar sob a apreciação dos
outros aquilo que faço…Hoje pergunto a mim mesma o que andei a fazer estes anos
todos embora continue a não me ser fácil a parte em que tenho que (me) expor…
A dúvida
surgiu…e agora que nome dar ao projecto criativo? A decisão não foi fácil…até
porque ao pensar em adoptar o nome do Blogue me parecia que não teria adequação
e, por outro lado, parecia-me ser uma designação demasiado grande…Por fim
venceu a emoção…fica Historiar Imagens. E porque não? As imagens vão ser a base
da criação, sempre agregadas a uma ideia ou um conceito, com a finalidade (ou o
desejo) de despertar estímulos nos outros…e depois não deixa de ser uma
designação fora do comum…que precisa de ser explorada…
As histórias
só se contam por palavras e nos livros? Também. Quando crio uma ilustração ou
uma construção abstrata em que só a forma e a cor me estimulam, quero
transmitir emoções, quero despertar dúvidas em quem as olha e quero ouvir o que
o outro vê, quero perceber se vemos o mesmo ou se consigo ver também o que o
outro me diz que vê, quero sentir se o outro tem abertura e disponibilidade
para que eu lhe conte o que ele não vê…por vezes estas partilhas só não são
chamadas de histórias porque não passaram a ser palavras em papel nem chegaram
ao domínio público mas, para mim, serão sempre histórias que poderão servir de
estímulo para novas criações que darão origem a novas conversas e novas
partilhas…são estes elos infindos que me interessam!
Por outro
lado este processo que iniciei é um percurso que ainda está numa fase muito
embrionária, ou em período de incubação. Tenho ideias que fervilham e que quero
materializar mas para as concretizar tenho (e quero) ainda muito para aprender;
quero descobrir, quero conhecer, quero partilhar…quando o momento chegar talvez
os outros consigam perceber porquê Historiar
Imagens…
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
As séries da RTP 2
Não sou viciada em
Televisão…mas sou viciada em séries não só porque adoro histórias mas porque
adoro gerir a contradição entre o consumo gradual (quase gota a gota) e a ânsia
de rever o próximo episódio. E só acompanho as séries da RTP 2 porque, não, não
sou consumidora de canais pagos e porque, sim, existem outras coisas nas quais
gosto de despender o meu tempo…
Há uns tempos atrás tínhamos
cinco séries por semana, de segunda a sexta-feira, ou seja, cinco histórias
diferentes das quais só podíamos saber o desenrolar passada uma semana. Foi
neste formato que segui histórias que me seguirão pela vida…Os Sopranos, Sete
Palmos de Terra, Irmãos e Irmãs, Dexter, Erva, No Limite…
Actualmente, temos a mesma
série a desenvolver-se diariamente…e foi neste formato que descobri novas
produções… menos Hollywood, actores desconhecidos (é bom porque consigo
desligar em absoluto o intérprete da personagem), temas e argumentos muito,
muito interessantes e bastante actuais.
A descoberta das produções dinamarquesas foi uma
autêntica surpresa, algo do género primeiro
estranha-se depois entranha-se. Comecei por ouvir as primeiras referências
relativamente à série Borgen (a
política - os interesses e jogos de poder)…não segui desde o
início mas foi o suficiente para ficar fã.
Também da Dinamarca, A Herança relata um drama familiar em que a morte da matriarca vem a revelar segredos que abalam a (normal) partilha de bens e trazem para a família novos membros o que obriga a repensar todo um plano que aparentemente seria fácil de implementar...
A Fraude,
a decorrer actualmente (2ª temporada), é sobre o crime económico e a ganância
do ser humano para quem tudo vale (mesmo a morte) quando se trata de perseguir
o poder e o dinheiro.
Muito bom de ver, não só
pelos argumentos e excelentes actores mas também para vermos as (grandes)
diferenças entre a sociedade nórdica e a nossa, sobretudo ao nível das relações
humanas mas também em termos de paisagem (natural e construída e, claro, ao
nível da decoração de interiores…fabuloso!).
As produções francesas, que nem
todos apreciam (pena!), e pelas quais já tinha algum apelo, também têm estado
bem representadas. Adoro a forma “limpa” e fortemente emocional de nos contarem
histórias simples, e por vezes banais…
Passou há tempos Uma
aldeia francesa que retrata
o quotidiano de uma aldeia francesa durante a ocupação nazi na 2ª Grande
Guerra. A ascensão e queda das relações sentimentais e das relações de poder à
medida que a Guerra se desenrola…Muita emoção, excelente argumento e excelentes
actores capazes de nos gerar sentimentos muito contraditórios…
Actualmente, em
reposição, aos Domingos à noite, Os homens da Fé relata a vida e as
motivações de 5 seminaristas de origens completamente distintas; acompanha as
suas dúvidas e a sua evolução na vida eclesiástica ao mesmo tempo que vamos
conhecendo o dia-a-dia de um Seminário, a luta pelo poder no Vaticano e nas entidades
intermédias e o modo como vão gerindo as motivações estritamente pessoais com
as religiosas…Muito bom!
Com temática bastante
actual, Le Bureau des Légend (título em
português, Agência clandestina) passou recentemente. O mundo da espionagem,
as falsas identidades, as jogadas de bastidores levadas a cabo pelos serviços
secretos, a angariação de informadores a nível internacional, os jogos psicológicos,
o terrorismo, a interligação entre aquilo que o mundo nos dá a conhecer e
aquilo que realmente acontece. Argumento genial, excelentes actores!
Em castelhano, Príncipe, aliou amor, terrorismo e tráfico de droga a um ritmo alucinante. O
centro da acção decorre no bairro El Príncipe em Ceuta. Oportunidade
para seguirmos temas contemporâneos em cenários, e com actores, a que não
estamos habituados.
De Itália,
passou há meses atrás Gomorra.
Retrata de forma dura e brutal a vida de uma família da camorra napolitana.
Traição e ajuste de contas não só no seio dos negócios mas também no seio
familiar…de cortar a respiração!
Provavelmente estarei a falhar a referência a alguma...se assim for não faltará oportunidade para actualização!
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